Xuxa revela que já ficou com pessoas anônimas e fala sobre casamento:
"É contra minha essência"
(UOL)
Em entrevista à revista Quem desta semana, a apresentadora Xuxa revelou que já ficou sim com pessoas de fora do meio artístico e contou o que a atrai em um homem.
"Já fiquei com anônimos. E o que me chama a atenção em um rapaz é ele ser moreno. Gosto de homens mulatos ou negros. E altos. Isso me chama a atenção para olhar, como beleza. Agora, para ficar, para eu me interessar, tem que dar um estalo. Já conheci uma pessoa que eu não achava bonita, mas que se mostrou tão especial! Um tempo atrás, quando ia sair com um cara, ele me disse: 'Hoje, não posso, tenho que ficar com minha filha'. Eu achei isso o máximo! O cara não ia sair comigo para cuidar da filha dele! Olha que cara demais!", declarou.
"Gostar de bicho e de criança é importante. E ser verdadeiro, sabe? E, se tiver um sorriso bonito, um cheiro gostoso e bom humor, é lucro! Mas, se for só a estampa, eu só olho e pronto. Tanto que, se você vir os meus namorados, todos eles têm biótipos muito diferentes. Uma vez, quando ainda namorava o Luciano (Szafir), eu estava no carro e passou um negão correndo, eu olhei pelo retrovisor e o Luciano disse: 'Eu sabia que você ia olhar!'. Mas o que tem olhar? Eu achei o cara bonito de frente e fui ver se ele era bonito de costas (risos)! Não acho ruim olhar uma pessoa bonita", emendou.
Questionada se já pensou em se casar um dia, a loira respondeu: "Quando eu era pequenininha, devia ter uns 5 anos, em Santa Rosa, eu falava: 'Eu não vou casar'. Não sei explicar o motivo. Talvez, se realmente existirem outras vidas, ou eu casei muito ou tive muitas decepções. Casar é contra minha essência! Se as pessoas querem se casar, que sejam felizes. Mas eu tenho minhas dúvidas se é preciso assinar um papel para se dizer que gosta de alguém. Não quero. Não é para mim", declarou.
Mãe de Sasha, a artista falou da relação entre elas e da filha, mesmo rica, ser pé no chão. "Ela é a mais madura da relação. Ela me dá aulas. Ela nasceu pronta. As pessoas pensaram isso no começo, pois é óbvio que eu mimaria minha filha! Eu mimo o filho dos outros, não mimaria a minha? Ela não é deslumbrada, não é patricinha, não é metida. E poderia. Por tudo o que eu estraguei! É a índole dela. E o fato de eu usar muito a verdade com ela. Desde muito pequena. Nunca a tratei de um jeito tatibitati, como nunca fiz isso com os filhos dos outros. Como toda criança, eu acho que ela tem que ser respeitada", comentou.
"É raro eu dizer não para ela. A vida já diz tanto não! Tanto que, quando eu digo não, ela sabe que é algo sério, nem me questiona. Já é tudo tão difícil! Escola é difícil, os primeiros relacionamentos, a gente sofre pra caramba. Por que eu seria mais uma pedra no caminho dela? E ela sabe o limite dela! Pelo fato de eu conversar e explicar tudo, ela conhece bem os limites", completou.
UOL
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Grifo Nosso [Se Minha Rede]
O que diz o Catecismo frente a esta opinião pessoal hedonista (prazer como supremo bem):
§2353
A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos. Além disso, é um escândalo grave quando há corrupção de jovens.
A diversidade dos pecados
§1852
A variedade dos pecados é grande. As Escrituras nos fornecem várias listas. A Carta aos gálatas opõe as obras da carne ao fruto do Espírito: "As obras da carne são manifestas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, rixas, ciúmes, ira, discussões, discórdia, divisões, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos previno, como já vos preveni: os que tais coisas praticam não herdarão o Reino de Deus" (Gl 5,19-21)".
Atos bons e atos maus
§1755
O ato moralmente bom supõe a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias. Uma finalidade má corrompe a ação, mesmo que seu objeto seja bom em si (como, por exemplo, rezar e jejuar "para ser visto pelos homens").
O objeto da escolha por si só pode viciar o conjunto de determinado agir. Existem comportamentos concretos - como a fornicação - cuja escolha é sempre errônea, pois escolhê-los significa uma desordem da vontade, isto é, um mal moral.
§2534
O DÉCIMO MANDAMENTO
Não cobiçarás... coisa alguma que pertença a teu próximo (Ex 20,17).
Tu não desejarás para ti a casa de teu próximo, nem seu campo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, qualquer coisa que pertença a teu próximo (Dt 5,21).
Onde está o teu tesouro, aí estará também teu coração (Mt 6,21).
O décimo mandamento desdobra e completa o nono, que se refere à concupiscência da carne. Proíbe a cobiça dos bens dos outros, raiz do roubo, da rapina e da fraude, que o sétimo mandamento proíbe. A "concupiscência dos olhos" (1 Jo 2,16) leva à violência e à injustiça, proibidas pelo quinto preceito. A cupidez tem sua origem, como a fornicação, na idolatria proibida nas três primeiras prescrições da 1ei. O décimo mandamento se refere à intenção do intenção do coração e resume, junto com o nono, todos os preceitos da Lei.
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