Lembrai-vos

Lembrai-vos
Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Amen.

10 Mar 2012

URGENTE - Neocatecumenato Duas explicações necessárias



“O Neo Catecumenato, que faz vítimas letais, que agride furiosamente e até mata as almas, é o anticristo”.


Uma explicação do Autor Eduardo Martins sobre o mesmo e uma relação de heresias constatadas pelo Pe. Enrico Zofolli.

Eduardo Martins explica:

“Existem pelo menos dois livros escritos pelo Pe. Enrico Zoffoli que tratam sobre o Neocatecumenato, “Porque Ajoelhar-se” e “Eucaristia”, sendo que ambos podem ser encontrados nas livrarias católicas.

Nestes livros são condenadas as práticas do movimento do Neocatecumenato quando confrontadas com os ensinamentos da Igreja. No livro “Porque Ajoelhar-se”, o autor observa o fato de os seus membros, sistematicamente, não se ajoelham diante do Nosso Senhor, não fazendo a adoração devida ao Santíssimo Sacramento. Na página 22 o autor faz o seguinte comentário: ”Não terá sabor de “maniqueísmo” a proibição da “genuflexão” com a materialidade do genuflexório que a permite?”.

Quanto à questão das apostilas do Kiko Arguelo, coloca o movimento Neocatecumenato em um dilema:- eles confessam que existem as apostilas, mas não são todos os membros que tem acesso a elas, de duas uma: ou as apostilas são ortodoxas ou contém erros doutrinários. Ora, se as apostilas não contém nada que seja contrário à doutrina, que sempre foi ensinado pela Santa Igreja Católica, não existe motivo para escondê-las. Portanto, se não mostram as apostilas é porque sabem que podem ser condenados ou censurados pela doutrina contida nas tais apostilas.

Eles alegam que entregaram as apostilas para o Vaticano analisar. Temos ai um problema. Qual a garantia que temos de que foram entregues todas as apostilas? Será que se fosse dado acesso irrestrito as apostilas poderiam perder o controle e, eventualmente, alguém poderia descobrir que não foram entregues integralmente todas as apostilas? Publicar as apostilas possibilitaria que outras pessoas analisassem o conteúdo e verificassem se a doutrina ensinada (para poucos) pelo Kiko está conforme os dogmas da Igreja.


Nosso Senhor ensinou “Ide e ensinai”, e não, ide e escondei.

Quando uma pessoa quer conhecer a verdade para amá-la e praticar a religião, não se pode esconder. Quando alguém faz algo em segredo é porque não quer manifestar sua real intenção. Nosso Senhor ensinava em público. Quando foi interrogado disse que ensinava abertamente, nada ensinando às escondidas (João 18,20). Na Igreja nunca se escondeu a verdade, sempre se ensinou em público. Quando os Doutores e os Santos escreviam alguma coisa, eles publicavam para ensinar o povo e defender a Fé, e se fosse necessário dar a vida pela verdadeira Doutrina. O Neocatecumenato incentiva as pessoas a comprar a Bíblia, todos do movimento devem ter e ler, mas as apostilas são somente para alguns.

Os membros do Neocatecumenato dizem ser obedientes ao Papa. Se assim fosse seguiriam fielmente a Carta Apostólica de João Paulo II, Misericordia Dei. Nesse documento são estabelecidas prescrições sobre o Sacramento da Confissão, de forma plena e estável, que devem ser observadas por todos os católicos, porém, eles fazem vista grossa para o Papa. Pode-se concluir que eles obedecem somente naquilo que estiver em acordo com os interesses do Neocatecumenato.

Outro ponto é o nome Neocatecumenato, que significa os “novos” catecúmenos. O Catecumenato na época dos primeiros cristãos era uma preparação para o batismo, para ingressar na única Igreja de Cristo. No Neocatecumenato, existem pessoas que já foram devidamente batizadas e, não poderiam ser novamente batizadas, exceto se o Neocatecumenato acredita que o “batismo de água” não fosse válido, ou insuficiente para entrar na Igreja, ainda poderiam considerar que existe uma nova Igreja de Cristo e seria necessário como que uma nova preparação e um novo batismo. Defender uma ou outra posição seria contrário ao Credo e contra os ensinamentos da Igreja e, portanto, cairiam em heresia.

Juízos doutrinários de Padre Enrico Zoffoli à "teologia" de Kiko- Carmen

1° É falso que o homem, mesmo sofrendo as conseqüências do pecado original, não seja mais capaz de resistir ao mal e de fazer o bem: Sua liberdade e responsabilidade moral são indiscutíveis, contra o pessimismo luterano.

2° É falso que o demônio, por mais malvado e insidioso que ele seja, possa dominar a vontade humana a ponto de constrangê-la ao pecado, pelo que a culpa não recaísse principalmente sobre o homem.

3° É falso que o homem, com o socorro da graça, não possa nem deva lutar contra as próprias paixões, ou seja, esforçar-se por corrigir-se e tender positivamente à santidade de seu estado.

4° É falso que uma verdadeira conversão comporte apenas o reconhecimento e a acusação dos próprios pecados com a esperança do perdão de Deus; e não exija, portanto, também, a contrição e o firme propósito de não pecar mais.

5° É falso que a recuperação da graça não implique aquela «justificação» que, junto, é expiação do pecado, reconciliação com Deus e real regeneração da alma que torna a gozar de sua amizade e merecer a vida eterna.

6° É falso que o homem, pecando, não ofenda verdadeiramente a Deus e não seja por isso obrigado a expiar a sua culpa, satisfazendo um grave dever de justiça.

7° É falso que Deus, exigindo tal satisfação mediante o sacrifício, seja «cruel»: Como é falso dizer que Ele não visa recuperar alguma coisa que o homem, pecando, Lhe tenha subtraído; como é falso que o homem pode prejudicar apenas a si mesmo, recusando o seu único Bem. É falso dizer que a «satisfação» a que o homem está obrigado consiste no re-afirmar o absoluto primado de Deus e a radical dependência da criatura com relação a Ele. Somente assim ela dá a Deus aquilo que é de Deus, e a si aquilo que é seu. O dever da justiça coincide com o do respeito devido à verdade ontológica de Deus e do homem.

8° É falso que a «religiosidade», fundada sobre a natureza e a razão, não seja um verdadeiro e digno culto devido a Deus qual Criador e Providência, e não seja por isso a legítima e obrigatória etapa a alcançar, necessária para que o homem chegue a adorar o «Deus vivo» da Revelação hebraico-cristã.

9° É falso que, na Igreja Católica, o sacrifício seja um resíduo da mentalidade pagã. Ela seria isso somente se Deus, a quem se o oferece, fosse um ídolo qual era concebido pela mitologia clássica: ciumento e vingativo... A lei mosaica prescrevia um «sacrifício de expiação» além de outros, que para celebrá-los Deus instituiu o «sacerdócio». Porque a Igreja não deveria tê-lo como supremo ato de culto?

10° É falso e blasfemo afirmar que Jesus, Verbo encarnado, não tenha redimido a Humanidade pecadora, expiando as suas culpas com o Sacrifício da Cruz.

11° É falso e ofensivo negar que Ele se tenha apresentado como único e supremo Modelo de vida, e que a salvação seja possível somente para aqueles que se esforçam por imitar o seu exemplo.

12° É falso ensinar que Jesus para continuar na terra a sua mediação salvífica e aplicar às futuras gerações os méritos de seu Sacrifício de expiação e redenção, não tenha instituído a Igreja como sociedade também hierárquica, ou seja visível e juridicamente organizada.

13° É falso considerar que os poderes por Ele conferidos à Igreja não sejam fundados unicamente sobre o sacramento da Ordem Sacra, ou seja, sobre o sacerdócio ministerial, essencialmente distinto do sacerdócio comum a todos os batizados.

14° É falso, sobretudo pensar que o mais sublime e característico ato do culto católico não seja a celebração do sacrifício eucarístico como renovação incruenta do único, perfeito e irrepetível Sacrifício da Cruz. Somente morrendo Cristo redimiu o mundo, e não ressurgindo, como apenas pela participação em sua morte o homem pode merecer a vida da alma (= a graça) hoje, e, amanhã, a ressurreição da carne.

15° É falso que a Missa não seja «O» sacrifício por excelência, mas que seja apenas um «banquete fraterno»; é inegável em vez que este — ou seja, a Comunhão Eucarística — deriva seu significado próprio e a eficácia santificante da participação dos fiéis no Sacrifício de Cristo, representada na distinta consagração do pão e do vinho, feita no altar pelo sacerdote-ministro, não pela comunidade, cuja eventual ausência não torna inválida a celebração eucarística.

16° É falso que a consagração do pão e do vinho limita-se a conferir a estes elementos um novo significado, deixando-os essencialmente imutáveis; de fato, a consagração torna aqueles elementos o Corpo e o Sangue de Cristo em virtude do prodígio absolutamente único da transubstanciação.

17° É falso que, após a consagração, sobre o altar temos somente sinais do Corpo e do Sangue de Cristo, e não um e outro verdadeiramente, real e substancialmente presentes, ou seja, a mesma Humanidade integral assumida pelo Verbo. Não adoramos "o sinal", mas o Significado; não o "símbolo" de Cristo, mas a sua própria Pessoa divina.

18° É falso que a Comunhão Eucarística não exija a Confissão sacramental dos pecados mortais ou que, ainda, seja suficiente um ato de contrição perfeita para recebê-la dignamente...; e é também falso afirmar que não é o sacerdote-confessor, mas a comunidade que reconcilia o pecador com Deus.

19° É falso que Deus perdoa e salva todos: Perdoa somente a quem se arrepende de tê-lo ofendido; e se salva somente quem, correspondendo à sua graça, morre em paz com Ele. O inferno é realíssimo tanto quanto é possível a obstinação do pecador que morre no estado de impenitência final.

20° É falso que não devemos imitar as virtudes de Cristo e tender à santidade, possíveis através do exercício de uma ascese, prática voluntária dos conselhos evangélicos. A purificação interior que a segue é indispensável para evitar o purgatório.


 SALVAI ALMAS


***
Grifo nosso - Se minha rede


Kiko Arguelo é citado neste livro  de César Vidal - la masoneria Un Estado dentro del Estado - editora booket - Enigmas Y Misterios 




Contribuição de uma amiga - Madri/Espanha

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