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| Ljubljana, capital da Eslovénia |
Apesar ter a fama de ser o país mais liberal do Leste europeu, a Eslovênia recusou o “casamento” homossexual em referendo nacional, informou o Iona Institute for Religion and Society.
55,1% dos eleitores recusaram um novo Código da Família que diminuía a importância da maternidade e da paternidade, enquanto 44,9% o aprovaram.
Esse Código da Família permitiria o “casamento” homossexual e a adoção de crianças pelos casais sodomíticos quando estas fossem filhos naturais de algum dos parceiros.
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| Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos, catedral de Ljubljana |
As sondagens de opinião não cansaram de anunciar que a iniciativa pró-vida iria fracassar e que o iníquo Código teria um apoio na ordem do 60%, além de predizerem grande abstenção e desinteresse pela “retrógrada” consulta.
De fato, a abstenção foi do 29,7%, muito menor que a anunciada, evidenciando o interesse popular e a representatividade do voto.
O presidente da Eslovênia, Danilo Turk, a maioria dos partidos políticos e da grande mídia se pronunciaram maciçamente contra a consulta popular. A família foi defendida especialmente por grupos religiosos.
Pela lei, o projeto não pode retornar ao Parlamento nos próximos 12 meses.
Porém, a obstinação quase religiosa dos inimigos da família e da vida faz temer que, valendo-se de outros subterfúgiois, eles voltem à carga na sua ofensiva.
VALORES INEGOCIÁVEIS


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